Quarta-feira, Abril 14, 2010

VEJA O TESTEMUNHO DESTE AMADO PASTOR...


saudações...

Amados, estou no Sul de Minas Gerais, São Lourenço, dando conferências de Adoração e Libertação. Uma experiencia interessante aconteceu ontem, quando eu me deslocava para esta cidade...

Pegamos um engarrafamento e ficamos presos quase duas horas na estrada, proximo a cidade de Itamonte. Deus me tocou a ir até o inicio do engarrafamento (onde estava acontecendo uma obra da prefeitura), e levar o violão. Tive que ir andando...

Quando eu ia andando até o ponto que Deus mandou, uns motoristas perguntaram com ironia, seu eu ia tocar musiquinhas para os trabalhadores demorarem mais fechando a pista. Eu respondi: NÃO, VOU EM NOME DE JESUS REPREENDER ESTE TRANCA RUA!

A previsão de liberação da estrada era de mais 2 horas. Mas imediatamente quando cheguei no local, um dos trabalhadores gritou assustado:

"NÃO PRECISA VIR, O TRANSITO JÁ ESTÁ LIBERADO. ESTOU LIBERANDO AGORA"

É, o tranca rua foi envergonhado, e o testemunho da presença de Deus foi evidente diante de todos...

Bom, estou aqui em São Lourenço, ministrando conquista de território através de Adoração e Libertação... e durante o dia, tenho caminhado, pensado e realizado alguns atos proféticos que o Senhor nos dá.


Abraço no coração
Pr. Ricardo Ribeiro
www.atosdois.com.br


Apóstolo Elmo Dias Moreira
"Casa de Oração"
na Fé de Abraão
www.elmodias.blogspot.com

Terça-feira, Abril 13, 2010

Visão

Os Olhos de quem vê

Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar-lhe o quanto as pessoas podem ser pobres.

O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.

Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...

Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:

- E aí filhão, como foi a viagem para você?
- Muito boa papai.
- Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza?
- Sim pai! - Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu com tudo o que viu naquele lugar tão pobre?
O menino respondeu:
- É pai, pude ver muitas coisas...

Vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança metade do jardim, e eles têm m riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários numa gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!

O filho suspirou e continuou:
- E além do mais, papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto nós sentamos à mesa e falamos de negócios e eventos sociais. Então comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive por nossa visita.
Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos TV e dormimos.
Outra coisa papai, eu dormi na rede do Tonho e ele dormiu no chão, pois não havia rede para cada um de nós.
Na nossa casa, colocamos nossa empregada para dormir naquele quarto onde guardamos entulho, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.

Conforme o garoto falava, o pai ficava constrangido, enrubescido e envergonhado.

O filho, em sua sábia ingenuidade e brilhante desabafo, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por ter me mostrado o quanto somos pobres!

Para refletir:

Não é o que você tem, o que você faz ou onde está, que irá determinar sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto.
Tudo o que você tem, depende da maneira que você olha, da maneira que você valoriza.
Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então você tem tudo!

Autor Desconhecido

Fonte - www.tomcoelho.com.br

Apóstolo Elmo Dias Moreira
"Casa de Oração"
na Fé de Abraão

Domingo, Abril 04, 2010

Visão de Deus para um Homem de Fé
Gênesis 15.1



Introdução

Os encontros de Deus conosco podem se dar em momentos inesperados e em circunstâncias inesperadas.

Devemos estar sempre abertos para o falar de Deus, para as visões que Ele quer nos dar.

Não sei o momento que você vive, aquilo que você está passando. Mas, sei que Deus pode falar ao seu coração, que Ele pode trazer uma visão para sua vida que possa encher de cores o seu futuro que parece cinzento.

Abrão, que depois Deus chamará de Abraão (Gênesis 17.5), está caminhando em obediência à ordem que Deus lhe deu. Tem um desses encontros que nós temos com Deus e que marca as nossas vidas e esse encontro é um encontro em que Deus fala a Abraão por meio de uma visão.

Eu quero dizer que Deus pode nesse momento, falar ao teu coração através dessa visão. Ele sabe como você chegou até Ele sabe como você está e sabe como você poderá ficar.

São três expressões que estão contidas na visão que Deus deu a Abraão.

1. Não tenha Medo

O medo é uma das reações paralisantes do ser humano. O medo pode ser racional ou não. Temos medo de altura, do escuro, de lugares fechados, de insetos de animais, de avião.

Temos medo do desconhecido. Como será aquele encontro? O que o futuro nos reserva? Muitos, tentando superar esse medo procuram em horóscopos e outras formas de adivinhações o que poderá acontecer no futuro para se prevenir.

Deus fez uma promessa a Abraão, mas não lhe mostrou como em um filme tudo o que iria acontecer.
Mas, deu a ele uma palavra de confiança: não temas.

A fé verdadeira não precisa de provas ou evidências para se apoiar, apenas a palavra de Deus na qual se deve confiar: não temas.

Você pode estar vivendo um momento decisivo na sua vida e talvez o seu coração esteja cheio de dúvidas e inquietações. Você tem promessas de Deus na sua vida e está se perguntando como elas irão se cumprir?

Deus está lhe dizendo não temas.

2. Eu sou o teu Escudo

No início da visão Deus dá a Abraão, uma palavra de confiança na qual ele deve se apoiar, não temas. Agora, Deus dá a razão pela qual ele não deve temer: Deus é o seu escudo.

Quando criança gostava muito das histórias de super-heróis. O meu preferido era o superman. Além da velocidade impressionante com a qual ele podia voar, tinha uma força inigualável, visão de raio x. Nenhum outro herói reunia as virtudes que ele tinha. Porém, o superman tinha uma fraqueza a kriptonita, um mineral do país de onde ele tinha vindo. Próximo da kriptonita ele era um homem comum.

Porém, o Deus que vai proteger a Abraão não tem fraquezas. Não tem um ponto fraco no qual possa ser atingido. Ele não tem um adversário. O Diabo, não pode enfrentar a Deus, ele é criatura e Deus é o criador. O futuro do Diabo já está traçado. Ele já está derrotado. O Diabo pode contender com Miguel, ou com um arcanjo, mas ele não pode contender com Deus.

O escudo de Abraão é o todo-poderoso. É aquele que diz: Ainda antes que houvesse dia, eu era; e nenhum há que possa livrar alguém das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá? (Isaías 43:13 RA); não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel. (Isaías 41:14 RA); Mas agora, assim diz o SENHOR, que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. (Isaías 43:1-2 RA). É nessa proteção que você deve confiar.

Enquanto não se cumprisse o propósito de Deus na vida de Abraão, nem exércitos poderosos poderiam atingi-lo; nem rios caudalosos poderiam alcançá-los; nem homens cruéis poderiam destruí-lo. O todo-poderoso era o seu escudo.

3. Grande será a tua recompensa.

No início Deus fala a Abraão para não temer. Em seguida, Ele dá a razão para não temer; a garantia de que o próprio Deus é o seu escudo. Finalmente, Deus diz a Abraão que ele não só será protegido, mas que será ricamente abençoado.

A bênção que tem para cada um é de ordem diversa. Para Abraão, o seu grande sonho não eram bens. Ele demonstrou desprendimento quando ele e Ló precisam se separar e ele deixa que Ló escolha a terra que mais lhe conviesse.

O grande sonho de Abraão era ter descendência. Porém o sonho parecia impossível por causa da idade e por causa da esterilidade de Sara. Mas, Deus está dizendo a um homem idoso e a uma mulher estéril que haveria de fazer história a partir deste casal. Deus chama a Abraão e lhe mostra as estrelas do céu e diz que a sua descendência seria como as estrelas do céu.

Imaginemos Abraão em uma época em que não havia luz elétrica e mais estrelas podem ser vistas, contando as estrelas: uma duas, três, dez, cem, mil, dez mil, cem mil, um milhão... Até não poder mais contá-las.

A recompensa de Abraão ia muito além do que ele podia imaginar, do que ele podia pensar.

De que tamanho será a recompensa, a bênção que Deus tem preparado para você? Lembre-se que Ele é poderoso para fazer além daquilo que pedimos ou pensamos (Efésios 3.20).

Abraão creu na promessa de Deus. Ele não foi continuar o resto da vida argumentando com Deus: Senhor, eu sou velho; minha mulher é estéril.

Ele creu e isso lhe foi imputado para justiça.

Conclusão

É maravilhoso saber que a ação de Deus na história não cessou. Ele é o Deus que age, é o Deus que se revela, é o Deus que fala. É o Deus que vem ao nosso encontro, que enche os nossos olhos da sua visão maravilhosa para nos fazer encorajar, para nos fazer continuar caminhando sob a sua proteção e na certeza de que as suas promessas não falham para nós, assim como não falharam para Abraão.



Rev. Kléber Nobre de Queiroz

Apóstolo Elmo Dias Moreira
"Casa de Oração"
   na Fé de Abraão

Sábado, Abril 03, 2010

História de Israel

   
 




O Dia de Oração pela Paz em Jerusalém (DOPJ) é um movimento de oração global, que reune mais de 150 mil igrejas, de 150 diferentes nações, com um objetivo em comum: orar por Israel, e posicionar cristãos a seu favor, como genuínos parceiros.

O DOPJ tem sido também um instrumento de Deus para alianças e vínculos com a comunidade judaica, bem comjunto ao governo de Israel. Temos ganhado a confiança destes, e cremos que Israel já tem inimigos entre as nações. O povo de Israel necessita saber que não estão sozinhos, e que cristãos são seus verdadeiros parceiros.

Neste ano distribuiremos material promocional do DOPJ, bem como daremos continuidade ao Programa de Treinamento "Sentinelas Sobre o Muro", que visa treinar e equipar cristãos para intercederem por Israel. Este seminário é ministrado em igrejas e seminários bíblicos, e acompanha um rico material desenvolvido sobre sólida base bíblica. Por isso, mantenha contato conosco.

No dia 5 de Outubro vamos nos unir a mais de 150.000 igrejas, e orar para o cumprimento do mandato do Senhor no Salmo 122:6,

"Orai pela paz em Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam".

Solicitamos que você e sua igreja ou congregação se inscrevam no site www.diadeoracao.org, para unir-se aos irmãos de mais de 150 nações.

Ao recebermos sua inscrição enviaremos material informativo e promocional. Para mais informações, visite o site www.diadeoracao.org ou escreva-nos um e-mail: info@diadeoracao.org. É importante lembrar que esse evento ocorre anualmente, no primeiro domingo de cada Outubro, mas mas nosso compromisso de orar por Jerusalém deve ser diário.

Somos impulsionados pelo coração de Deus, para que a oliveira e o zambujeiro (Romanos 11) estejam por fim reconciliados, e possamos distribuir a Salvação que vem de Sião, através de Yeshua Hamashiach (Jesus Cristo).

Vamos manter contato – contamos com a sua parceria.

B'Ahava (no amor),

Coordenação nacional 
 


 O Pessach - a festa da Páscoa judaica - é comemorado por sete dias. Ele tem início com uma cerimônia na noite do 14º dia do mês de Nisan (o primeiro mês do calendário judaico). Em todo o mundo, as famílias judaicas reúnem-se para o seder do Pessach, ceia ritual em que relembram a libertação dos hebreus, depois de um longo período de cativeiro no Egito, há mais de 34 séculos. Assim, o sentido da cerimônia é o de louvar a libertação.

O seder é dividido em 15 partes, iniciando-se com orações e um gole de vinho. A criança mais nova da família inicia o ritual com quatro perguntas em forma de canto sobre o sentido das cerimônias e a saída dos judeus do Egito. Passa-se então às leituras da Hagadá, livro que conta a história da libertação do povo hebreu, escravizado no Egito. Por essa leitura procura-se ensinar às futuras gerações por que aquela noite não é como as outras.

Quando Jesus e seus discípulos se reuniram para a ceia, antes de sua prisão e morte, eles celebravam o seder do Pessach, a ceia judaica. O pão que naquela noite foi repartido era o pão ázimo (sem fermento), denominado matsá. Esse alimento simboliza o êxodo dos hebreus que, na pressa de deixar o Egito, não podiam esperar que o pão fermentasse. A matsá é comida até hoje durante os dias do Pessach. Também faz parte da tradição comer ovos, símbolo da vida eterna; raiz forte e folhas amargas, que lembram as amarguras da escravidão; um purê de maçãs ou tâmaras, que representa a argamassa utilizada pelos escravos nas construções das pirâmides do Egito.

No Pessach são as crianças que conduzem a festa. Cabe a elas abrir a porta para a visita de Elias que, segundo a tradição, visita todos os lares nesta noite para trazer suas bênçãos. As crianças demonstram, abrindo as portas, a segurança de estarem sob a proteção de Deus. São elas também que participam da busca do afikoman, um pedaço de matsá que os mais velhos escondem pela casa.



Moisés liberta os hebreus do cativeiro no Egito

O povo hebreu foi libertado da escravidão egípcia por Moisés. A história de Moisés, o profeta, e de como ele teria conduzido o povo judeu da escravidão à liberdade é contada numa passagem bíblica cujo sentido é lembrado no Pessach pelos judeus em todo o mundo.

O Antigo Testamento relata que um faraó egípcio, depois de transformar em escravos os hebreus que lá viviam, baixou um decreto: todos os judeus deveriam ser mortos ao nascer. A mãe de Moisés, para salvá-lo, colocou o recém-nascido num cesto, deixando-o a vagar nas águas do rio Nilo. O bebê foi encontrado e criado pela filha do faraó, vivendo então como um príncipe. Já adulto, ao ver um guarda egípcio açoitando um escravo hebreu, matou o guarda e fugiu para o deserto. Lá, num longo período de meditação, recebeu de Deus a missão de tirar os hebreus do Egito e conduzi-los para a Terra Prometida. Como o faraó não aceitava as ordens divinas levadas ao rei por Moisés, Deus castigou o faraó enviando dez pragas terríveis para o Egito. A cada desgraça, Moisés procurava o faraó pedindo-lhe que obedecesse a Deus, mas o rei se recusava a libertar os hebreus. O povo de Israel (os hebreus) estava a salvo dessas desgraças.

O último castigo enviado por Deus foi a morte de todos os primogênitos no Egito por um anjo que viria exterminá-los. Mas Moisés ordenou que os judeus marcassem as portas de suas casas com um sinal feito com sangue de um cordeiro. Assim, o anjo da Morte não passou pelas casas identificadas com o sinal, poupando os primogênitos judeus. É daí que vem o nome Pessach, que significa passagem, passar por cima de alguma coisa, no sentido de omitir, ou seja, a Morte não passou pelas casas dos judeus e seus primogênitos foram salvos.

Ao ver o próprio filho morrer, o faraó resolveu obedecer ao Deus de Moisés, deixando os hebreus irem embora do Egito. Mas depois, traindo sua palavra, mandou o exército atrás do povo que abandonava o cativeiro. Então, por meio de Moisés, Deus fez com que as águas do mar Vermelho se abrissem para dar passagem aos hebreus e se fechassem sobre o exército do faraó. Dessa forma, o povo judeu pôde seguir seu caminho para Canaã, a Terra Prometida.


Bandeira de Israel


Em 5 de junho de 1967, tem início a Guerra dos Seis Dias. Os israelenses, com o auxílio logístico dos EUA, atacaram de surpresa o Egito, a Síria e a Jordânia, que preparavam uma ofensiva conjunta contra Israel. Após a vitória, os israelenses anexaram a península do Sinai, a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e as Colinas do Golã. Fatos Históricos - Terra       Após a retirada das tropas da FENU (Força de Emergência das Nações Unidas), que garantiam o cessar fogo, dez anos depois do conflito árabe-israelense de 1956, o Egito voltou a ocupar o deserto do Sinai. O líder egípcio Nasser ordenou, em maio de 1967, o fechamento do estreito de Tiran, vital para Israel, aumentando sua popularidade no mundo árabe, fazendo com que a Síria e a Jordânia mobilizassem suas tropas para apoiá-lo em caso de um revide israelense.       O pano de fundo era a questão palestina e os ataques da OLP (Organização pela Libertação da Palestina) aos judeus. Coerente com sua doutrina militar de "ataques preventivos", Israel já havia mobilizado suas forças armadas no início de junho e o Alto-Comando tentava convencer o primeiro-ministro da necessidade de atacar logo as forças que ameaçavam as fronteiras do país.       Assim, ao amanhecer do dia 5 de junho, a Força Aérea Israelense (FAI), efetuou um ataque coordenado às principais bases aéreas do Egito, destruindo praticamente todos os seus aviões no solo (240 aeronaves de um total de 254 eliminados em todo o conflito) e inutilizando as pistas, marcando o início da Guerra dos Seis Dias. Bases jordanianas e sírias (45 de seus 142 aviões destruídos) também foram bombardeadas. Durante a guerra, a vantagem da FAI era patente: destruíra 350 aviões árabes e perdera apenas 31. No Sinai, o exército egípcio possuía sete divisões e cerca de 950 carros de combate, distribuídos em posições defensivas. Por outro lado, o Exército israelense montara a Operação Lençol Vermelho, seguindo o padrão clássico da guerra-relâmpago, com cerca de 680 tanques e suas guarnições bem treinadas, infantaria e pára-quedistas avançando maciçamente sobre as posições inimigas, eliminando-as e atingindo o canal de Suez.       A operação foi lançada junto com o ataque da FAI, descrito acima, em 5 de junho. A 7a Brigada Blindada e os pára-quedistas capturaram as cidades de Rafia e Khan Yunis. Mais ao sul, no entroncamento rodoviário de Bir Lahfan, os Centurion israelenses emboscaram uma coluna de T-55 e uma brigada de infantaria mecanizada, destruindo 14 tanques e diversos caminhões de munição e combustível.       A divisão blindada do Gen. Ariel Sharon capturara a fortaleza de Abu Aweigila, no deserto, após intensos bombardeios e a ajuda de um batalhão de pára-quedistas desembarcados de helicóptero dentro do forte. Em 6 de junho, devido à exaustão das tropas israelenses, as operações foram modestas. No dia seguinte, porém, os combates recrudesceram. Na entrada do desfiladeiro de Mitla, contando com apenas nove Centurion, o Exército israelense rechaçou repetidas ofensivas das tropas inimigas, com alguns confrontos a uma distância de 100 metros, deixando no local 157 carros de combate egípcios destruídos ou abandonados.       Neste mesmo desfiladeiro, em 8 de junho, os israelenses emboscaram a 3a.Div.Inf., a 6a Div.Mecanizada e parte da 4a Div.Blindada do Egito, aniquilando 60 tanques, 100 canhões e 300 veículos. Para reabrir o estreito de Tiran, foi enviado um grupo de combate para o sul da península, a fim de encontrar-se com uma força de pára-quedistas que saltara em Sharm-el-Sheikh, mas não houve luta pois a guarnição egípcia havia batido em retirada. Raramente na história militar uma vitória tão ampla foi conquistada em tão breve espaço de tempo: bastaram quatro dias para desbaratar um exército de sete divisões. Em relação à Jordânia, que tinha o mais adestrado e poderoso exército dos que enfrentaram os judeus nessa guerra, a FAI eliminou a Real Força Aérea jordaniana e bombardeou posições da Legião Árabe, eliminando a possibilidade de uma ofensiva inimiga em direção ao mar Mediterrâneo, o que isolaria a Galiléia do resto do país, deixando-a vulnerável a um ataque da Síria.       Nesta frente, a luta por Jerusalém merece registro: entre 5 e 7 de junho, forças israelenses, entre elas a 55a.Brigada Pára-quedista, enfrentaram uma luta encarniçada e exaustiva , de rua em rua, contra os membros da Legião Árabe e seus blindados, num confronto de 57 horas, após o qual Israel eliminou as ameaças à margem oeste e expandiu suas fronteiras até o rio Jordão. Mas o custo foi alto: os jordanianos inflingiram aos israelenses suas mais pesadas baixas sofridas durante a guerra dos Seis Dias, com 550 mortos e 2.500 feridos.       A Síria, após o fracasso de seus aliados no Sinai e na margem do Jordão, adotou uma estratégia de defesa passiva. O Exército sírio bombardeava o território israelense de suas posições fortificadas nas colinas de Golan, só vulneráveis a forças terrestres. Uma ofensiva foi lançada em 9 de junho, pela Brigada Golani com apoio de uma brigada blindada e ataques aéreos da FAI, para reconquistar as colinas. A luta se desenvolveu na área de Tel Azzaziat e Tel Faher, ao norte, apinhadas de casamatas, trincheiras, campos minados e ninhos de metralhadoras, onde estas posições foram dominadas depois de combates intensos. Ao sul, um ataque de infantaria através do rio Jordão tomou as elevações perto de Bnot Yaaqov e os pára-quedistas lançados de helicóptero conquistaram Butmiye. Dominando Quneitra, a meio caminho da capital síria Damasco, os israelenses obrigaram o inimigo a pedir ajuda da União Soviética e da ONU por um cessar-fogo, obtido na noite de 10 de junho.      Como resultado da guerra, aumenta o número de refugiados palestinos na Jordânia e no Egito. Síria e Egito estreitam as relações com a URSS e conseguem a instalação de novos mísseis perto do Canal de Suez. Fontes: Militarypower.com.br


De acordo com a promessa de Deus, depois de 2000 anos de diáspora, os judeus estão retornando em nossa geração para o seu lar bíblico em Sião. O sionismo significa simplesmente o retorno a Sião como foi anunciado pelos profetas: "E vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra. Então espalharei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícies e de todos os vossos ídolos vos purificarei". (Ezequiel 36:24-25)

1 - O texto diz: "Eu (o Senhor) vos tirarei dentre as nações". Isso significa que não foi Theodor Herzl, o fundador do sionismo moderno, nem David Ben-Gurion, o primeiro a ser o Primeiro Ministro de Israel e nem as Nações Unidas que trouxeram os judeus para Israel, mas o Senhor.
Além disso, o sionismo que é tão caluniado no mundo é um assunto de Deus. O sionismo é simplesmente uma ferramenta para alcançar aquilo que foi planejado por Deus para o nosso tempo. O conhecimento disso nos leva a esquecer os nossos temores. Muitos cristãos não querem se envolver com Israel porque acham que isso os fará entrar em assuntos políticos. Mas, nada tem a ver com política e sim com cumprimento profético da palavra de Deus.

2 - "Vos congregarei de todos os países". Isso não se refere, como crêem alguns, a promessas que já foram cumpridas, quando os judeus retornaram para sua terra vindos da Babilônia. Nesse tempo eles voltaram de um lugar para Sião. Hoje eles estão voltando de todos os lugares da terra, para a terra dos seus pais. Eles vieram de mais de 140 nações.

3 - "Eu os trarei para a vossa própria terra". Sua própria, é um termo possessivo e que revela a quem pertence a terra. É incompreensível como até mesmo cristãos questionam sobre a quem pertence a terra - aos judeus ou aos palestinos - quando Deus inequivocamente usa o termo sua própria que se refere obviamente a Israel. 

4 - "Eu vos trarei para sua própria terra". Isso significa que Deus trará os judeus para a terra de onde eles procederam, "a terra que eu dei aos seus antepassados" (Ezequiel 36:28). Os judeus não vieram de Marrocos ou da Polônia, nem dos Estados Unidos ou da Suíça, ao contrário, eles vieram de Eretz Ysrael (Terra de Israel). Deus deu essa terra para os judeus e, Ele, trará seu povo de volta como foi prometido.

5 - "Então, aspergirei água pura sobre vós, e vós sereis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei". Assim como a primeira parte dessa promessa foi cumprida, tenho certeza de que a segunda parte também se cumprirá e a nação de Israel, um dia será purificada de todos os seus pecados.

Os judeus foram chamados para ser uma nação santa, por isso eles são alvo de especial atenção, mas eles têm falhado, como todas as pessoas. Muita gente tem uma falsa percepção dos fatos históricos e pensa que os personagens bíblicos são como que, seres celestiais. Mas, de fato, Noé, Abraão, Moisés, Gideão, Pedro e Paulo eram pessoas como nós. Eles simplesmente permitiram que Deus usasse as suas vidas para os seus propósitos.
Da mesma maneira Deus está usando hoje pessoas comuns para o cumprimento de suas promessas a Israel. O povo de Israel, de uma maneira geral, está sendo usado por Deus, tanto, ou até mais, que os religiosos, para que seu propósito seja realizado. Afinal a promessa de Isaías 35 de que o deserto e o ermo floresceriam, está sendo cumprida através dos judeus dos kibbutzim, que estão drenando os pântanos e plantando florestas. Mesmo que essa não seja a intenção deles, eles estão cumprindo promessas bíblicas.
Muitas pessoas pensam que tudo que vem de Deus é positivo e pacífico, e qualquer coisa que traga confusão e aspectos negativos, não pode proceder de maneira alguma de Deus. Pensam isso pelo fato de Israel estar sempre em conflitos, terrorismo e guerras e segundo eles isso não pode provir de Deus.
Mas é exatamente esse estado de conflitos, que são "as dores de parto" de que nos fala o apóstolo Paulo em I Tessalonicenses 5:3 - isso nos dá a certeza de que Deus está criando uma nova vida para Israel; porque quanto mais intenso é o trabalho de parto, mais próxima está a hora da volta do Messias.
Qualquer um que olhar para os acontecimentos políticos em Israel sob este ponto de vista não ficará desanimado. Ao invés disso ele ficara confiante e cheio de esperanças, a despeito das guerras e rumores de guerras.


O povo judeu nasceu na Terra de Israel (Eretz Israel). Nela transcorreu uma etapa significativa de sua longa história, cujo primeiro milênio está registrado na Bíblia; nela se formou sua identidade cultural, religiosa e nacional; e nela se manteve ininterrupta, através dos séculos, sua presença física, mesmo depois do exílio forçado da maioria do povo. Durante os longos anos de dispersão, o povo judeu jamais rompeu ou esqueceu sua ligação com sua terra. Com o estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, foi recuperada a independência judaica, perdida 2000 anos antes.

 

A área de Israel, dentro das fronteiras e linhas de cessar-fogo, inclusive os territórios sob o auto-governo palestino, é de 27.800 km2. Com sua forma longa e estreita, o país tem cerca de 470 Km de comprimento e mede 135 Km em seu ponto mais largo. Limita-se com o Líbano ao Norte, com a Síria a Nordeste, a Jordânia a Leste, o Egito a Sudoeste e o Mar Mediterrâneo a Oeste.

A distância entre montanhas e planícies, campos férteis e desertos pode ser coberta em poucos minutos. A largura do país, entre o Mediterrâneo a Oeste e o Mar Morto, a Leste, pode ser cruzada de carro em cerca de 90 minutos; e a viagem desde Metullah, no extremo Norte, a Eilat, o ponto mais meridional leva umas 9 horas.
Israel pode ser dividida em quatro regiões geográficas: três faixas paralelas que correm de Norte a Sul, e uma vasta zona, quase toda árida, na metade Sul do país.

Jerusalém
Terra de Deus, promessa para os homens

Jerusalém está edificada nas colinas da Judéia, a cerca de 70 Km do Mar Mediterrâneo, no centro de Israel. Eqüidistante de Eilat, ao Sul, e de Metullah, ao Norte - os pontos extremos do país. Nesta geografia, acontecimentos inigualáveis que não se repetem, mudaram o rumo da história do mundo.

O nome da cidade é mencionado centenas de vezes nas Escrituras Sagradas e em fontes egípcias. Jerusalém, do rei Melquisedeque e do Monte Moriá, onde o patriarca Abraão esteve pronto para sacrificar o seu filho; Jerusalém, da capital do reino de Davi, do primeiro templo de Salomão e do segundo templo, reconstruído por Herodes; Jerusalém, palco dos profetas Isaías e Jeremias, cujas pregações influenciaram atitudes morais e religiosas da humanidade; Jerusalém, onde Jesus peregrinou, foi crucificado, ressuscitou e subiu ao Céu; Jerusalém, da figueira que brotou, sinal dos tempos, relógio de Deus.

Nomes e Significados

Segundo o pesquisador, Pr. Enéas Tognini, o nome de Jerusalém aparece em registros antiqüíssimos. Nos textos egípcios do Império Medo, foram grafados Rusalimun e Urusali-Mum. No texto Massorético, Yerusalaim. No aramaico bíblico Yeruselem. E para nosso vernáculo chegou através do grego Hierousalem.

A cidade, antes de ser tomada pelos filhos de Israel, pertencia aos jebuseus. E nos escritos jebuseus lê-se Yebusi. Em Juízes 19:10 afirma-se que Jebus é Jerusalém, donde se conclui que o nome Jerusalém não é de origem hebraica.

Nos Salmos 87:2 e 51:18 e mais 179 vezes, Jerusalém é chamada Sião. Outros nomes na Bíblia e extra-bíblicos são dados a Jerusalém: Cidade de Davi ( I Rs. 8.1); Cidade de Judá (II Cr. 25.28); Cidade Santa (Ne. 11.1 E Is. 52.1); Cidade de Deus (Is. 60.14) (Sl. 87.2); Ariel (Is. 29.1); Ladeira de Deus (Is. 1.26); Cidade de Justiça (Is. 1.26); Cidade do Grande Rei (Mt. 5.35) ; Aelia Capitolina (o primeiro nome do Imperador Adriano era Aelio e, em 135 d.C. esse foi o nome que se deu à cidade que paganizou); El-Kuds ("a santa", nome que o árabe deu a Jerusalém). Alguns estudiosos afirmam que a primeira parte da palavra Jerusalém (a raiz IRW) encerra a idéia de fundamento, e "Salém" significa paz, portanto Jerusalém = cidade da paz. Morada da paz! Eis o que significa Jerusalém na língua hebraica.

Tempos Bíblicos

A história judaica começou há mais ou menos 4000 anos (c. séc. XVII A.C.) - com o patriarca Abraão, seu filho Isaque e seu neto - Jacó. Documentos encontrados na Mesopotâmia, que datam de 2000 - 1500 E.C., confirmam aspectos de sua vida nômade, tal como a Bíblia descreve.
 

O Êxodo e o assentamento

Após 400 anos de servidão, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés que, segundo a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para tirar Seu povo do Egito e retornar à Terra de Israel, prometida a seus antepassados (sec. XIII-XII A.C). Durante 40 anos eles vagaram no deserto do Sinai, tornando-se uma nação; lá receberam o Pentateuco, que inclui os Dez Mandamentos. O êxodo do Egito (1300 A.C.) deixou uma marca indelével na memória nacional do povo judeu, e tornou-se um símbolo universal de liberdade e independência. Todo ano os judeus celebram as festas de Pessach (a Páscoa judaica), Shavuot (Pentecostes) e Sucot (Festa dos Tabernáculos) relembrando os eventos ocorridos naquela época.

A Monarquia

O reinado do primeiro rei, Saul (1020 A.C.), permitiu a transição entre a organização tribal já frouxa e o pleno estabelecimento da monarquia, sob David, seu sucessor.

O Rei David (1004-965 A.C.) fez de Israel uma das potências da região através de bem sucedidas expedições militares, entre as quais a derrota final dos filisteus, assim como as alianças políticas com os reinos vizinhos. Ele unificou as doze tribos israelitas num só reino e estabeleceu sua capital, Jerusalém. David foi sucedido por seu filho Salomão (965-930 A.C.) que consolidou ainda mais o reino. Salomão garantiu a paz para seu reino, tornando-o uma das grandes potências da época. O auge do seu governo foi a construção do Templo de Jerusalém.

A Monarquia dividida

Após a morte de Salomão (930 A.C.), uma insurreição aberta provocou a cisão das tribos do norte e a divisão do país em dois reinos: o reino setentrional de Israel, formado pelas dez tribos do Norte, e o reino meridional de Judá, no território das tribos de Judá e Benjamim.

O Reino de Israel, com sua capital Samaria, durou mais de 200 anos, e teve 19 reis; o Reino de Judá sobreviveu 350 anos, com sua capital, Jerusalém, e teve o mesmo número de reis, todos da linhagem de David. Com a expansão dos impérios assírios e babilônicos, tanto Israel quanto Judá, mais tarde, acabaram caindo sob domínio estrangeiro. O Reino de Israel foi destruído pelos assírios (722 A.C.) e seu povo foi exilado e esquecido. Uns cem anos depois, a Babilônia conquistou o Reino de Judá, exilando a maioria de seus habitantes e destruindo Jerusalém e o Templo (586 A.C.).

Primeiro Exílio (586 - 538 a.c.)

A conquista babilônica foi o primeiro estado judaico (período do Primeiro Templo), mas não rompeu a ligação do povo judeu com sua terra. Às margens dos rios da Babilônia, os judeus assumiram o compromisso de lembrar para sempre da sua pátria: "Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se a língua ao paladar, se não lembrar de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria." (Sl. 137.5,6)

O exílio na Babilônia, que se seguiu à destruição do Primeiro Templo, marcou o início da Diáspora Judaica. Lá, o judaísmo começou a desenvolver um sistema e um modo de vida religioso fora de sua terra, para assegurar a sobrevivência nacional e a identidade espiritual do povo, concedendo-lhe a vitalidade necessária para preservar seu futuro como uma nação.

 

Dominação Estrangeira
Os Períodos Persa e Helenístico (538-142 A.C.)

Em conseqüência de um decreto do Rei Ciro, da Pérsia, que conquistou o império babilônico, cerca de 50.000 judeus empreenderam o primeiro retorno à Terra de Israel, sob a liderança de Zerobabel, da dinastia de David. Menos de um século mais tarde, o segundo retorno foi liderado por Esdras, o Escriba. Durante os quatro séculos seguintes, os judeus viveram sob diferentes graus de autonomia sob o domínio persa (538-333 A.C.) e helenístico - ptolemaico e selêucida (332-142 A.C.) 

A repatriação dos judeus, sob a inspirada liderança de Esdras, a construção do segundo templo no sítio onde se erguera o primeiro, a fortificação das muralhas de Jerusalém e o estabelecimento da Knesset Haguedolá (a Grande Assembléia), o supremo órgão religioso e judicial do povo judeu, marcaram o início do segundo estado judeu (período do segundo templo).

Como parte do mundo antigo conquistado por Alexandre Magno, da Grécia (332 A.C.), a Terra de Israel continuava a ser uma teocracia judaica, sob o domínio dos selêucidas, estabelecidos na Síria. Quando os judeus foram proibidos de praticar o judaísmo e seu Templo foi profanado, como parte das tentativas gregas de impor a cultura e os costumes helenísticos a toda a população, desencadeou-se uma revolta (166 a.C.) liderada por Matatias, da dinastia sacerdotal dos Hasmoneus, e mais tarde por seu filho, Judá, o Macabeu. Os judeus entraram em Jerusalém e purificaram o Templo (164 A.C), eventos comemorados até hoje anualmente, na festa do Chanuká.

A Dinastia dos Hasmoneus ( 142-63 A.C.)

Após novas vitórias dos Hasmoneus (142 a.C.), os selêucidas restauraram a autonomia da Judéia (como era então chamada a Terra de Israel) e, com o colapso do reino selêucida (129 a.C.), a independência judaica foi reconquistada. Sob a dinastia dos Hasmoneus, que durou cerca de 80 anos, as fronteiras do reino eram muito semelhantes às do tempo do Rei Salomão; o regime atingiu consolidação política e a vida judaica floresceu.

O Domínio Romano (63 - 313 A.C.)

Quando os romanos substituíram os selêucidas no papel de grande potência regional, eles concederam ao rei Hasmoneus Hircano II autoridade limitada, sob o controle do governador romano sediado em Damasco. Os judeus eram hostis ao novo regime, e os anos seguintes testemunharam muitas insurreições. Uma última tentativa de reconquistar a antiga glória da dinastia dos Hasmoneus foi feita por Matatias Antígono, cuja derrota e morte trouxe fim ao governo dos Hasmoneus (40 a.C.); o país tornou-se, então, uma província do Império Romano.

Em 37 a.C., Herodes, genro de Hircano II, foi nomeado Rei da Judéia pelos romanos. Foi-lhe concedida autonomia quase ilimitada nos assuntos internos do país, e ele se tornou um dos mais poderosos monarcas da região oriental do Império Romano, porém não conseguiu a confiança e o apoio de seus súditos judeus.

Dez anos após a morte de Herodes (4 a.C.), a Judéia caiu sob a administração romana direta. À proporção que aumentava a opressão romana à vida judaica, crescia a insatisfação, que se manifestava por violência esporádica, até que rompeu uma revolta total em 66 a.C.. As forças romanas, lideradas por Tito, superiores em número e armamento, arrasaram finalmente Jerusalém (70 a.C.) e posteriormente derrotaram o último baluarte judeu em Massada (73 a.C.).

A destruição total de Jerusalém e do Templo foi uma catástrofe para o povo judeu. De acordo com o historiador da época, Flavio Josefo, centenas de milhares de judeus pereceram durante o cerco a Jerusalém e em outros pontos do país, e outros milhares foram vendidos como escravos.

Um último breve período de soberania judaica na era antiga foi o que se seguiu à revolta de Shimon Bar Kochbá (132 a.C.), quando Jerusalém e a Judéia foram reconquistadas. No entanto, dado o poder massivo dos romanos, o resultado era inevitável. Três anos depois, segundo o costume romano, Jerusalém foi "sulcada por uma junta de bois"; a judéia foi rebatizada de Palestina e a Jerusalém foi dado o novo nome de Aelia Capitolina.

 

O Domínio Bizantino (313-646 d.C.)
No final do sec. IV, após a conversão do imperador Constantino ao cristianismo e a fundação do Império Bizantino, a Terra de Israel se tornara um país predominantemente cristão. Os judeus estavam privados de sua relativa autonomia anterior, assim como do direito de ocupar cargos públicos; também lhes era proibida a entrada em Jerusalém, com exceção de um dia por ano (Tishá be Av - dia 9 de Av), quando podiam prantear a destruição do Templo.

A invasão persa de 614 d.C., contou com o auxílio dos judeus, animados pela esperança messiânica da Libertação. Em gratidão por sua ajuda eles receberam o governo de Jerusalém; este interlúdio, porém, durou apenas três anos. Subseqüentemente, o exército bizantino recuperou o domínio da cidade (629 d.C.), e os habitantes judeus foram novamente expulsos.
 

Domínio Árabe (639-1099 d.C.)

A conquista do país pelos árabes ocorreu quatro anos após a morte de Maomé (632 d.C.) e durou mais de quatro séculos, sob o governo de Califas estabelecidos primeiramente em Damasco, depois em Bagdá e no Egito. No início do domínio muçulmano, os judeus novamente se instalaram em Jerusalém, e a comunidade judaica recebeu o costumeiro status de proteção concedido aos não-muçulmanos sob domínio islâmico, que lhes garantia a vida, as propriedades e a liberdade de culto, em troca do pagamento de taxas especiais e impostos territoriais.

Contudo, a introdução subseqüente de restrições contra os não-muçulmanos (717 d.C.) afetou a vida pública dos judeus, assim como sua observância religiosa e seu status legal. Pelo fim do sec. XI, a comunidade judaica da Terra de Israel havia diminuído consideravelmente.

Os Cruzados (1099-1291 d.C.)

Nos 200 anos seguintes, o país foi dominado pelos Cruzados que, atendendo a um apelo do Papa Urbano II, partiram da Europa para recuperar a Terra Santa das mãos dos "infiéis". Em julho de 1099, após um cerco de cinco semanas, os cavaleiros da Primeira Cruzada e seu exército de plebeus capturaram Jerusalém, massacrando a maioria de seus habitantes não-cristãos.

Entrincheirados em suas sinagogas, os judeus defenderam seu quarteirão, mas foram queimados vivos ou vendidos como escravos. Nas poucas décadas que se sucederam, os cruzados estenderam seu poder sobre o restante do país. Após a derrota dos cruzados pelo exército de Saladino (1187 d.C.), os judeus passaram a gozar de liberdade, inclusive o direito de viver em Jerusalém. O domínio cruzado sobre o país chegou ao fim com a derrota final frente aos mamelucos (1291 d.C.) uma casta militar muçulmana que conquistara o poder no Egito.

O Domínio Mameluco (1291-1516 d.C.)

Sob o domínio mameluco, o país tornou-se uma província atrasada, cuja sede de governo era em Damasco. O período de decadência sob os mamelucos foi obscurecido ainda por revoltas políticas e econômicas, epidemias, devastação por gafanhotos e terríveis terremotos.

O Domínio Otomano (1517-1917 d.C)

 Após a conquista otomana, em 1517, o país foi dividido em quatro distritos, ligados administrativamente à província de Damasco; a sede do governo era em Istambul. No começo da era otomana, cerca de 1000 famílias judias viviam na Terra de Israel, em Jerusalém, Nablus (Sichem), Hebron, Gaza, Safed (Tzfat) e algumas aldeias da Galiléia. A comunidade se compunha de descendentes de judeus que nunca haviam deixado o país, e de imigrantes da África do Norte e da Europa.

Um governo eficiente, até a morte do sultão Suleiman, o Magnífico (1566 d.C.), trouxe melhorias e estimulou a imigração judaica. À proporção que o governo otomano declinava e perdia sua eficiência, o país foi caindo de novo em estado de abandono geral. No final do séc. XVIII, a maior parte das terras pertencia a proprietários ausentes, que as arredavam a agricultores empobrecidos pelos impostos elevados e arbitrários. As grandes florestas da Galiléia e do monte Carmelo estavam desnudas; pântanos e desertos invadiam as terras produtivas.

O sec. XIX testemunhou os primeiros sinais de que o atraso medieval cedia lugar ao progresso. Eruditos ingleses, franceses e americanos iniciavam estudos de arqueologia bíblica. Foram inauguradas rotas marítimas regulares entre a Terra de Israel e a Europa, instaladas conexões postais e telegráficas e construída a primeira estrada, entre Jerusalém e Iafo. A situação dos judeus do país foi melhorando, e a população judaica aumentou consideravelmente. Inspirados pela ideologia sionista, dois grandes fluxos de judeus da Europa Oriental chegaram ao país, no final do sec. XIX e início do sec. X. Resolvidos a restaurar sua pátria através do trabalho agrícola, estes pioneiros começaram pela recuperação da terra árida, construíram novas colônias e lançaram os fundamentos do que mais tarde se tornaria uma próspera economia agrícola.

Ao romper a I Guerra Mundial (1914), a população judaica do país totalizava 85.000 habitantes, em contraste com os 5.000 do início do séc. XVI.

Em dezembro de 1917, as forças britânicas, sob o comando do General Allemby, entraram em Jerusalém, pondo fim a 400 anos de domínio otomano.

O Domínio Britânico (1918-1948)

Em julho de 1922, a Liga das Nações confiou à Grã-Bretanha o mandato sobre a Palestina (nome pelo qual o país era designado na época). Reconhecendo a "ligação histórica do povo judeu com a Palestina", recomendava que a Grã-Bretanha facilitasse o estabelecimento de um lar nacional judaico na Palestina - Eretz Israel (Terra de Israel). Dois meses depois, em setembro de 1922, o Conselho da Liga das Nações e a Grã-Bretanha decidiram que as estimulações destinadas ao estabelecimento deste lar nacional judaico não seriam aplicadas à região situada a leste do Rio Jordão, cuja área constituía os 3/4 do território do Mandato - e que mais tarde tornou-se o Reino Hashemita da Jordânia. 

O Estado de Israel - 1948

Com a resolução da ONU de 19 de novembro de 1947, em 14 de maio de 1948, data em que terminou o Mandato Britânico, a população judaica na Terra de Israel era de 650.000 pessoas, formando uma comunidade organizada, com instituições políticas, sociais e econômicas bem desenvolvidas - de fato, uma nação em todos os sentidos, e um estado ao qual só faltava o nome, porém opondo-se ao estabelecimento do novo Estado os países árabes lançaram-se num ataque de várias frentes, dando origem à Guerra da Independência em 1948 - 1949, que defendeu a soberania que havia acabado de reconquistar. Com o fim da guerra, Israel concentrou seus esforços na construção do estado pelo qual o povo tinha lutado tão longa e arduamente.

A Guerra dos Seis Dias - 1967

As esperanças por mais uma década de relativa tranqüilidade se esvaneceram com a escalada dos ataques terroristas árabes através das fronteiras como Egito e a Jordânia. Ao fim de seis dias de combates, os núcleos populacionais do norte do país ficavam livres do bombardeamento sírio, que durara 19 anos; a passagem de navios israelenses e com destino a Israel, através do Estreito de Tiran estava assegurada; e Jerusalém, que estivera dividida entre Israel e Jordânia desde 1949, foi reunificada sob a autoridade de Israel.

A Guerra de Iom Kipur - 1973

A relativa calma ao longo das fronteiras terminaram no Dia da Expiação, o dia mais sagrado do calendário judaico, quando o Egito e a Síria lançaram um ataque de surpresa coordenado contra Israel (6 de outubro de 1973). Durante as três semanas seguintes, as Forças de Defesa de Israel mudaram o rumo da batalha e repeliram os ataques. Dois anos de difíceis negociações entre Israel e o Egito e entre Israel e a Síria resultaram em acordos de separação de tropas, pelos quais Israel se retirou de parte dos territórios conquistados na guerra.

Da Guerra à Paz

Embora a guerra de 1973 tenha custado a Israel um ano de seu PNB, a economia já tinha se recobrado na segunda metade de 1974. Os investimentos estrangeiros cresceram, e quando Israel se tornou um membro associado do MCE (1975), abriram-se novos mercados aos produtos israelenses. O turismo incrementou e o número anual de visitantes ultrapassou o marco de um milhão.

O círculo vicioso da rejeição por parte dos árabes a todos os apelos de paz de Israel foi rompido com visita do Presidente Anuar Sadat a Jerusalém (novembro 1977), à qual se seguiram negociações entre o Egito e Israel, sob os auspícios E.U., e que culminaram com os acordos de Camp David (setembro).
 

Século XXI

Após o assassinato do Primeiro-Ministro Ytzhak Rabin (Nov/95), o governo - de acordo com seu direito de nomear um dos ministros (neste caso, obrigatoriamente um membro do Knesset - Parlamento Israelense) para exercer o cargo de primeiro-minstro até as próximas eleições - nomeou o Ministro das Relações Exteriores Shimon Peres a esta função. As eleições de maio de 1996 trouxeram ao poder uma coalizão governamental constituída de elementos nacionalistas, religiosos e centristas, chefiada por Benyamin Netanyahu do Likud.

ASSISTA AO VIVO IMAGENS DO MURO DAS LAMENTAÇÕES:

http://english.thekotel.org/cameras.asp


Yerushalain

FONTE: SITE DA MIR DE MANAUS!


 
Fonte Igreja Apostólica Vida Abundante

Apóstolo Elmo Dias Moreira
"Casa de Oração"
   na Fé de Abraão

DECRETOS


DECRETOS PARA 2010

Por: Chuck Pierce em 1/1/2010

1-Decrete que acabou tudo aquilo que era da estação passada e precisa terminar!

2- Decrete que você começa este ano mais frutífero do que antes!

3- Decrete que você foi exprimido para liberar a ordem de Deus!

4- Decrete que neste ano de 2010 você vai dizer "sim" para tudo aquilo que Deus está dizendo e "não" para todo o resto!

5- Decrete que as portas se fecham para o velho e as portas se abrem para o novo!

6- Decrete que as correntes velhas de aprisionamento estão quebradas!

7- Decrete que os recursos novos que Deus tem para você virão até as suas mãos!

8- Decrete uma reviravolta na sua esfera de ação!

9- Decrete que a confusão, mente não clara, está indo embora e a luz brilhará!

10- Decrete que a plenitude do Senhor virá sobre você!

11- Decrete que aquilo que você não via vai começar a ver claramente, dando boas-vindas as surpresas do Senhor!

12- Decrete que tudo aquilo que nos capturou na estação passada são vencidas!

13- Decrete que os contratos velhos são rompidos e os novos contratos são estabelecidos segundo o destino dos céus!

14- Decrete a ativação profética em você em um nível maior!

15- Decrete que o fogo de Deus começou a se mover em você!

16- Decrete que as acusações do inimigo cessem porque você encontrou graça nos olhos de Deus!

17- Decrete que as experiências da estação passada vão levar você a testemunhar nesta nova estação!

18- Decrete que o seu caminho está mudando para receber revelação e chegar a onde você deve estar!

19- Decrete a limpeza da sua atmosfera espiritual!

20- Decrete que muitos que não bebiam no seu poço beberão agora e saciarão a sua sede!

21- Decrete que a operação do milagre está em você!

22- Decrete que você simplesmente recebe o milagre!

23- Decrete que o que foi trancado no seu homem espiritual agora está sendo liberado!

24- Decrete a liberação do dom da fé em sua esfera de ação!

25- Decrete que o Senhor abre os seus olhos para o milagre!

26- Decrete que a revelação será destrancada e que o fogo de Deus (como aconteceu com Moisés) trará a mensagem que você precisa!

27- Decrete a liberação do refrigério sobre você, sua família, sua cidade, seu estado, sua nação!

28- Decrete que o Espírito Santo está limpando sua consciência!

29- Decrete que a fortaleza na sua mente e no seu coração começou a ser quebrada!

30- Decrete que Deus está fazendo um caminho para você e para a sua casa!

31- Decrete que você está encontrando o seu lugar!

32- Decrete que o Espírito Santo está se movendo na sua esfera de ação!

33- Decrete o fim do seu sofrimento!

34- Decrete que você vai ver tudo que Deus tem para você!

35- Decrete que toda a plenitude manifestar-se-á e você experimentará o plano da plenitude!

36- Decrete que você verá as suas conexões!

37- Decrete que tudo o que você precisa para ofertar já foi liberado!

38- Decrete que a próxima linha de suprimento já está sendo liberada!

39- Decrete que os demônios que estavam segurando a sua linha de suprimento estão sendo arrancados, removidos!

40- Decrete que as linhas de provisão para sustentar a visão são liberadas!

41- Decrete que tudo o que a sua mão tocar já está aberto para prosperar!

42- Decrete que a fumaça que ficou ao seu redor vai sair!

43- Decrete que o inimigo será chacoalhado no seu fundamento e sairá!

44- Decrete que as coisas estão começando a se mover em seu favor!

45- Decrete que assim como José recebeu favor nas suas situações, você recebe favor hoje! 

Esses decretos do Ap. Chuck Pierce foram registrados por Adriano José, do Ministério Ramo Estendido, durante o Starting the Year Off Right Conference, entre 31 de dezembro de 2009 e 03 de janeiro de 2010.


Apóstolo Elmo Dias Moreira
"Casa de Oração"
   na Fé de Abraão

Domingo, Março 14, 2010

Faça a Diferença

O Sexto Homem
* por Tom Coelho


Leandro Barbosa, ou apenas Leandrinho, é um dos brasileiros a brilhar na liga norte-americana de basquetebol, a NBA. O armador foi eleito o melhor sexto jogador da temporada 2006/2007 e o segundo melhor na temporada 2007/2008. Eu disse "sexto jogador". Isso significa que ele é um dos melhores reservas do mundo. Inicia os jogos no banco, sendo chamado a participar no decorrer das partidas quando entra e resolve: muitos pontos convertidos e ótimas assistências realizadas.

O arqueiro do São Paulo, Rogério Ceni, era apenas o terceiro goleiro do Sinop Futebol Clube nos idos de 1990. Durante o campeonato estadual, o goleiro titular e o primeiro reserva ficaram lesionados. Ceni assumiu a posição e já na partida inaugural defendeu um pênalti. Sua equipe sagrou-se campeã naquele ano e logo depois ele principiaria uma carreira vitoriosa em sua atual equipe.

Os dois exemplos relatados demonstram que não ser o primeiro pode ser uma condição apenas temporária. E a lição é perfeitamente aplicável ao mundo corporativo.

A maioria dos profissionais que inicia uma carreira almeja alcançar o topo da pirâmide com a maior velocidade possível. Subir na hierarquia, acumulando dinheiro, poder e realizações. Mas sendo este é o desejo de muitos é evidente que o funil de oportunidades é rigoroso. Poucos têm êxito. E mesmo os bem-sucedidos descobrem com rapidez que mais difícil do que chegar ao cume é permanecer por lá.

Se você está no banco de reservas, o que simbolicamente equivale a integrar o segundo ou terceiro escalão em sua empresa, aproveite o momento para preparar sua ascensão futura.

1. Aprenda. Enquanto subalterno, seguramente você está vinculado a atividades operacionais. Em lugar de reclamar desta condição, aproveite para aprender tudo sobre o seu trabalho –e sobre o trabalho dos outros. Lembre-se de que os fundamentos são essenciais. Não se pode calcular uma integral de uma função sem compreender as quatro operações matemáticas básicas.

 

2. Observe. Como você é pouco notado, pode transitar livremente pela companhia e compreender sua estrutura de poder. Pesquise e observe quem é quem, como funcionam as relações interpessoais. Olhos abertos e boca fechada. Não é por acaso que ascensoristas e office-boys são tão bem informados.

3. Melhore. Pratique o kaizen, ou seja, o aprimoramento contínuo. Exercite suas habilidades, eleve sua destreza no exercício das tarefas. Faça mais com menos. Gaste menos tempo executando para sobrar mais tempo para pensar e planejar. Assim você começará a se destacar.

"Alguns atletas descobrem
que jamais serão craques,

mas podem ser ótimos técnicos.
Ou que podem ser apenas
o sexto homem e ainda assim fazer
toda a diferença
."

4. Conheça. Procure estabelecer relações interpessoais verdadeiras. Neste estágio você será avaliado por seus pares pelo que você de fato é e não pela posição que ocupa. E poderá construir uma teia de amizades que lhe dará suporte quando estiver lá em cima. Seja solícito com todos, mas evite entrar em "panelas"!

5. Prepare-se. Se trabalhar com afinco, esteja certo: sua hora chegará. Por isso, aproveite o distanciamento que sua posição atual lhe confere para lapidar suas competências. Projete a "pessoa ideal", aquela que vislumbra ser, e planeje sua escalada.

No decorrer deste processo, você poderá atirar no que viu e acertar no que não viu. Talvez opte por mudar de empresa. Talvez decida, por exemplo, redirecionar sua carreira para a forma consultiva ao invés de executiva. Alguns atletas descobrem que jamais serão craques, mas podem ser ótimos técnicos. Ou que podem ser apenas o sexto homem e ainda assim fazer toda a diferença.

*Tom Coelho, é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de "Sete Vidas

Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional", pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br
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Ap Elmo Dias Moreira
Ministério "Casa de Oração"
                  na Fé de Abraão

Terça-feira, Março 02, 2010

Qualidades de um lápis


A História do Lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou-lhe:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida...

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca.

- Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.

"O tempo cura o que a razão não consegue curar!"

Autor Desconhecido
Contribuição de Magda Amaral



Sexta-feira, Fevereiro 19, 2010

Espírito Jezabel


O Espírito de Jezabel


O espírito de Jezabel é uma referência à rainha Jezabel, mulher do rei Acabe. Uma mulher rebelde, manipuladora, que destruiu os profetas do Senhor, conforme narrado no livro de I Reis, na época do profeta Elias.

Jezabel é identificada em Ap. 2:20-26 atuando na igreja: "Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetiza, ensina e engana meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria. E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição e não se arrependeu. Eis que a porei numa cama e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação se não se arrependerem das suas obras. E ferirei de praga a seus filhos e todas as igrejas saberão que Eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as suas obras. Mas eu vos digo a vós e aos restantes que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina e não conheceram como dizem, as profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei. Mas o que tendes retende-o até que Eu venha. E ao que vencer e guardar até ao fim as Minhas obras Eu lhe darei poder sobre as nações".

Jezabel não consegue ter amizade nem comunhão com ninguém que ela não possa manipular e dominar no seu relacionamento.

Este espírito pode atuar sobre homem ou mulher, mas as mulheres são mais vulneráveis a ele porque quando manipulam e controlam o fazem sem usar força física. Este espírito energiza mulheres que são inseguras, vãs, ciumentas e dominadoras, que têm um desejo consumidor para controlar. O alvo principal deste principado é controlar e usar até a paixão sexual como uma de suas armas.

O espírito de Jezabel é encontrado geralmente nas posições de influência e liderança. Procura conquistar a confiança das pessoas para poder influenciá-las. Na igreja, segundo a irmã Pickett, as pessoas que obedecem a esse espírito possuem uma vontade muito forte, religiosidade e talento. Apresenta-se prestativa ou prestativo para serviços especiais, mas sua motivação é controlar. Pode até ser a esposa do pastor, às vezes. Pode ser então qualquer líder cuja motivação de liderança é aparecer e controlar os outros.

Se a pessoa sob a influência deste espírito não pode ser um líder, procura ganhar a confiança dos líderes a tal ponto que eles irão confidenciar suas fraquezas e até pecados que ela usará contra eles mesmos para dominá-los. Quando esta pessoa apresenta-se servil é só para ganhar um lugar de influência e controle. E odeia os verdadeiros profetas porque eles condenam o pecado em todas as suas formas e entronizam Jesus como o Único Senhor e Comandante da Igreja.

DEFESA CONTRA O ESPÍRITO DE JEZABEL

1- Nossa defesa contra este espírito é dar ao Espírito Santo total liberdade e preeminência nesta Igreja. Só Ele deve ser agradado. A aparência das pessoas não pode ser respeitada. O Espírito Santo revela o profundo e o escondido. Nós agora mesmo estamos sob Sua Luz Reveladora. Tudo o que é oculto, toda a impureza, toda a prostituição, todo o mal intento, toda a fofoca, toda a maledicência, toda a murmuração e insatisfação será descoberta e apagada pelo Espírito de Deus nesta Igreja. Toda raiz de divisão, de facção, de contenda será tratada. Todos sabem que Ele é Aquele que sonda os rins e os corações. Ele dará a cada um de nós segundo as nossas obras.

2- Combatemos o espírito de Jezabel pregando o Arrependimento verdadeiro que traz a presença de Jesus, que limpa e purifica a Igreja e estabelece-a em pureza e poder.

Pregamos o arrependimento não para atacar pessoas e discriminar vidas. Todos carecemos da graça de Jesus, porque todos somos pecadores e todos carecemos de arrependimento em alguma área de nossas vidas.

Pregamos o arrependimento que, segundo Deus, vem pela tristeza e pelo quebrantamento.

Quem vive magoado, ressentido, ofendido com seus parentes, amigos, irmãos e até com os líderes da igreja e com seu pastor, é chamado a perdoar e buscar a reconciliação, pois se não perdoardes aos homens as suas ofensas também o vosso Pai Celestial não vos perdoará.

Quem anda por caminhos tortuosos é convidado a andar direito.

Quem vive amasiado é convidado a casar-se conforme manda a Lei de Deus ou então que se separe até que regularize sua situação ou então que se separe mesmo e busque uma vida de santidade. Jesus mostrou muito amor à mulher samaritana e deu-lhe as palavras de vida eterna, mas não deixou de tratar do seu pecado, pois ela tinha tido cinco maridos mas o que com ela estava vivendo não era seu marido.

Quem anda mexericando e falando da vida dos outros, é convocado a mudar suas palavras.

Quem anda fornicando, se prostituindo, de namoricos e desejos impuros e lascivos é convocado a mudar de vida, porque sem santificação ninguém verá o Senhor.

Pregamos e buscamos nesta igreja o arrependimento que produz uma vida de testemunho santo.

3-Combatemos o espírito de Jezabel buscando humildade. Queremos ter um coração de servo. Consideramos os outros superiores a nós mesmos buscando cultivar o mesmo sentimento de humildade que houve em Cristo Jesus.

4- Nossa defesa está operando eficazmente contra este espírito malígno e sua influência, porque nós cremos e desejamos ouvir os profetas de Deus que nos anunciam todo o conselho de Deus. Profetas que têm visões de Deus, que levam o povo de Deus a aproximarem dEle e que nos apontam que a solução de todos os nossos traumas, de todos os nossos pecados e fraquezas é a Cruz do calvário, a Cruz que Jesus usou para nos salvar.

Fonte: Josué Gonçalves

Apóstolo Elmo Dias Moreira
"Casa de Oração"
na Fé de Abraão

Quarta-feira, Fevereiro 03, 2010

TOM COELHO


Tatiana Aude



Ele é um dos conferencistas mais requisitados da atualidade, em razão da formação eclética, experiência profissional e abrangência dos temas de suas palestras que apresentam conteúdo prático e motivacional. Formado em publicidade, Tom Coelho escreve artigos para mais de 400 veículos em 14 países, e tem muitos livros escritos. Num deles, Sete Vidas (Ed. Saraiva), explica como as pessoas podem gerenciar as sete áreas da vida, que incluem o âmbito pessoal e profissional, de forma a encontrar o tão almejado equilíbrio emocional e qualidade de vida.

Apaixonado pela vocação que tem de transmitir mensagens a profissionais e empresas, além de apaixonado pela própria vida e família, Tom Coelho não traçou planos para chegar à posição onde se encontra hoje. Tudo aconteceu de forma espontânea. Mas, daqui pra frente, sonha em conseguir aplicar seu conceito de 'RH Educador', conscientizando empresas e colaboradores quanto à aplicação de programas de qualidade de vida.

Nesta entrevista, mostra como as pessoas podem alcançar plenitude na vida. E demonstra que, em alguns casos, quando é necessário renunciar algo que queremos muito – ter ou fazer - em prol de uma atividade, vale lembrar da máxima que 'muitas vezes menos pode ser mais'.

Desde seu início na profissão, já tinha despertado para este dom de transmitir mensagens como palestrante e conferencista?
De maneira alguma! Empreendi desde muito cedo. Aos 13 anos, quando ganhei meu primeiro computador, iniciei um negócio de digitação de trabalhos acadêmicos. Depois, atuei em segmentos tão distintos quanto transporte de cargas, seguros, alimentação, metalurgia e construção civil. Apenas quando fiz o curso de Publicidade na ESPM descobri-me como escritor. O palestrante veio depois, em decorrência dos artigos que escrevia.

Como conseguiu se tornar referência em assuntos ligados à motivação, busca pela excelência profissional e pessoal e assuntos ligados à reflexão pessoal e profissional? Demorou para colher resultados?
Comecei escrevendo em 2002 para um único portal e hoje são mais de 400 veículos de comunicação em 14 países. Os artigos são utilizados em salas de aula, tanto no ensino médio quanto no superior, e em cursos de MBA. A Petrobrás utilizou o texto "Tempo de Escolher" para embasar as questões de português no concurso público de 2008. Creio que foi assim que me tornei referência. Mas que fique claro que foi um processo espontâneo. Este nunca foi meu foco, mas sim uma consequência do trabalho de compartilhar conhecimento.

Hoje você é conhecido internacionalmente, pois divulga seus artigos em mais de dez países. Como é a sua rotina para dar conta disso tudo?
Cada escritor tem um estilo próprio. Particularmente, minha produção não é programada. Os artigos surgem como uma manifestação de ideias ou conceitos que pretendo difundir, muitas vezes fruto de insights que ocorrem logo ao despertar. Também recebo sugestões de pauta para desenvolver determinado assunto.

É bastante requisitado. Como administra seu tempo entre trabalho e família?
A administração do tempo é a base para uma vida equilibrada, um equilíbrio dinâmico ao qual denomino "Sete Vidas", título de minha mais recente obra lançada pela Editora Saraiva. Trata-se de conciliar sete dimensões indissociáveis e que vivemos simultaneamente: a saúde, a afetividade, a vida profissional, cultural, social, material e espiritual. Todo meu planejamento é desenhado sob esta ótica. O segredo consiste em dividir as 24 horas de cada um dos sete dias da semana entre todas as tarefas e compromissos que orientam estas Sete Vidas. E posso lhes afirmar: invariavelmente, há momentos de renúncia, quando você tem que declinar de algo em benefício de uma opção maior. É quando se percebe que menos, pode ser mais.

Você parece amar o que faz (corrija-me se estiver enganada). Acredita que paixão é o que impulsiona uma pessoa para o sucesso na vida e na carreira?
Sinto-me muito agraciado por ter encontrado minha vocação em tempo de exercê-la. E, ao contrário do que eu imaginava aos 20 e poucos anos, minha vocação não é empreender, mas ajudar outros a fazê-lo. Minha missão é trabalhar para o desenvolvimento de pessoas e organizações, promovendo a qualidade de vida e a educação, em meu entender, o grande instrumento para transformação da sociedade e redução das desigualdades. Ministrando aulas, palestras e escrevendo artigos, tenho conseguido exercitar com verdadeira paixão este propósito de vida. E para fazer isso com maestria, tenho que me renovar e estudar continuamente. É quando lembro-me de Sêneca que dizia: "Gosto de aprender porque me capacita a ensinar".

Acredita que já chegou onde queria na vida pessoal e profissional? Se não, qual é seu maior objetivo?
Acredito que ainda há muito por realizar. Profissionalmente, pretendo auxiliar mais as organizações no desenvolvimento e implantação de programas de qualidade de vida, aplicando meu conceito de "RH Educador" e aproveitando oportunidades como as Sipats para conscientizar e sensibilizar os colaboradores. Pessoalmente, serei presenteado no final do ano com mais um filho, o que é indiscutivelmente uma dádiva de Deus. Mas a vida me ensinou a apreciar o caminho ao invés de projetar a felicidade sempre para o futuro. Vivemos esta impermanência constante, sempre insatisfeitos com o que temos. Olhamos a todo instante para frente, onde queremos chegar, e para os lados, para monitorar como os outros estão fazendo. E nos esquecemos de olhar para trás, reconhecendo o quanto já avançamos.

Quais desafios vislumbra pela frente? Como tem trabalhado para alcançá-los?
Tenho estudado espanhol e inglês, capacitando-me a proferir palestras nestes idiomas futuramente. É uma demanda da globalização e consequência da internacionalização de meu trabalho, conforme comentamos anteriormente. E o outro grande desafio será participar dos próximos Jogos Pan-Americanos, em Guadalajara, como atleta da seleção brasileira de esgrima. Tenho treinado para isso.

Por fim, gostaria que escrevesse uma mensagem para nossos leitores, pessoas ávidas de conhecimento sobre como gerenciar a própria vida, tanto pessoal como profissional.
Lembre-se de que a caixa de entrada nunca estará vazia. Temos por hábito colocar a carreira em primeiro plano porque ela é o vetor para alcançarmos posses, status e conforto. Trabalhamos muito e negligenciamos a saúde, a família, os amigos, sempre adiando planos. Faça hoje, o melhor que puder, com os recursos que tiver. A vida é mais gostosa quando agimos como condutores e não passageiros! Busque contemplar o equilíbrio em suas Sete Vidas


TOM COELHO - Palestrante e Escritor

 

Sexta-feira, Janeiro 29, 2010

JESUS O CENTRO DAS ESCRITURAS

Você sabia ?

Jesus Cristo é tema central das Escrituras? Se olharmos com muito cuidado, veremos que em tipos, figuras, símbolos e profecias, Jesus ocupa o lugar central das Santas Escrituras. Vejamos:

Em Gênesis - Ele é o Descendente da mulher

Em Êxodo - Ele é o nosso Cordeiro Pascal

Em Levitico - Ele é o nosso Sacrifício pelo pecado

Em Números - Ele é aquele que foi Levantado para nossa Salvação

Em Deuteronômio - Ele é o verdadeiro Profeta

Em Josué - Ele é o Capitão da nossa salvação

Em Juizes - Ele é o nosso Juiz e Libertador

Em Rute - Ele é o nosso parente Resgatador

Em Samuel, Reis e Crônicas - Ele é o nosso Rei

Em Esdras e Neemias - Ele é o nosso Restaurador

Em Ester - Ele é o nosso Advogado

Em - Ele é o nosso Redentor que vive

Em Salmos - Ele é o nosso Socorro e Alegria

Em Provérbios - Ele é a Sabedoria de Deus

Em Eclesiastes - Ele é o Alvo Verdadeiro

Em Cantares de Salomão - Ele é o Amado de nossas Almas

Em Isaias - Ele é o Messias Prometido

Em Jeremias e Lamentações - Ele é o Renovo da Justiça

Em Ezequiel - Ele é o Filho do Homem

Em Daniel - Ele é o Quarto Homem na Fornalha

Em Oséias - Ele é aquele que Orienta o Desviado

Em Joel - Ele é o Restaurador Divino

Em Amós - Ele é o Divino Lavrador

Em Obadias - Ele é o nosso Salvador

Em Jonas - Ele é a nossa Ressurreição e Vida

Em Miquéias - Ele é a Testemunha contra as nações rebeldes

Em Naum - Ele é a Fortaleza no Dia da Angustia

Em Habacuque - Ele é o Deus da nossa Salvação

Em Sofonias - Ele é o Senhor Zeloso

Em Ageu - Ele é o Desejado de todas as nações

Em Zacarias - Ele é o Renovo da Justiça

Em Malaquias - Ele é o Sol da Justiça

Em Mateus - Ele é a Promessa Viva

Em Marcos - Ele é o Servo de Deus

Em Lucas - Ele é o Filho do Homem

Em João - Ele é o Filho de Deus

Em Atos - Ele é o Senhor Redivino

Em Romanos - Ele é a nossa Justiça 

Em I e II Corintios - Ele é o Senhor e a nossa Suficiência 

Em Gálatas - Ele é o nosso Libertador do jugo da lei

Em Efésios - Ele é o nosso Tudo em Todos

Em Filipenses - Ele é a nossa Alegria

Em Colossenses - Ele é a nossa Vida

Em I e II Tessalonicenses - Ele é Senhor que irá Voltar

Em I e II Timoteo - Ele é o nosso Mestre e  Exemplo

Em Tito - Ele é o nosso Modelo

Em Filemon - Ele é o nosso Senhor e Mestre

Em Hebreus - Ele é o nosso Intercessor junto ao trono de Deus

Em Tiago - Ele é o nosso Modelo da Verdade

Em I e II Pedro - Ele é a nossa Força e a Pedra Angular de nossa Fé

Em I,II e III João - Ele é a nossa Vida, a nossa Verdade e o nosso Caminho

Em Judas - Ele é o nosso Protetor

Em Apocalipse - Ele é o nosso Rei Triunfante.

Disse Jesus: "Examinai as Escrituras, Porque julgais ter nelas a vida Eterna,e são elas que testificam de Mim, contudo não quereis vir a mim para terdes vida. Eu não aceito glória dos homens". João 5:39 ao 41.




Pr ELMO DIAS MOREIRA

Quarta-feira, Janeiro 27, 2010

Visão da Águia

Voe alto, muito alto!

Observando o voo dos planadores, lembrei-me das águias de que trata o capítulo 40 do Livro de Isaías e de sua comparação àqueles que põem a sua confiança em Deus. Diz o seguinte o trecho a que me refiro, no versículo 31: "Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão".

Primeiramente, a associação da águia aos que dão crédito à Palavra e acreditam nas suas promessas, comprova uma atitude de Deus para com os seus filhos: Deus os está querendo ensinar a voar. Depois, por causa das características do voo da águia, Deus os está querendo ensinar a voar mais alto e acima das situações que lhes possam parecer desfavoráveis.

A águia é uma ave peculiar. Em meio a uma tempestade, por exemplo, ao passo que as demais aves (e animais em geral) fogem e procuram abrigo, a águia vai de encontro às nuvens, utilizando a impetuosidade dos ventos para alçar um voo mais alto. A águia sobrevoa a tempestade e será o mesmo com os que "esperam" em Deus.

A proeza da águia é, de fato, bastante aplicável à nossa vida. É provável, por exemplo, que você mesmo, por vezes, encontre-se em situações de verdadeira tempestade, nas quais ao mesmo tempo em que um turbilhão de problemas o ameaçam, você geralmente se isola (para se proteger) e, limitado, não consegue enxergar uma saída. Então, é hora de Deus lhe ensinar a voar à maneira dele.

Isso não significa dizer que em todos os casos você terá situações melhores. O momento do voo alto da águia é aquele em que sentimos o cuidado de Deus e ouvimos a sua voz, falando brandamente no nosso coração, acalmando-nos e convidando-nos a subir até Ele, ter um momento de descanso, apenas pairando sobre as circunstâncias que nos afligem e enxergando as coisas de modo panorâmico e distanciado. O voo alto é, assim, a compreensão da sua própria condição, dos princípios espirituais que a regem e da força que tem a sua fé quando depositada em Jesus Cristo. É uma experiência nobre.

Esse tipo de vida certamente traz paz, mesmo no meio da tempestade. Você aprende a não perder a alegria e a motivação e, por mais intensos os ventos da adversidade, a utilizá-los como meio de subida a um nível mais alto em Deus. Então, não perca tempo. Confie na Palavra do Senhor, comece a enxergar as coisas pela ótica daquele que está acima de todas as coisas, enfrente as tribulações e aproveite-as para voar muito, muito mais alto.

Deus o abençoe,

Ap. Rina


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